Ásia – Você vive na caverna ou já conheceu o horizonte?

A caverna é quentinha, não chove, mas limita o horizonte. É você e o pequeno mundo que você pode sentir, ou que cabe nos seus olhos protegidos e delimitados em troca do que pode ser uma sensação de aconchego.

Já num campo de arroz, seu olhar pode não dar conta de avistar o fim, e nem sempre dá pra enxergar o lugar que você está pisando também. Mas você pode correr, descobrir um novo ângulo, enfrentar e desfrutar o gelado da chuva, o frescor do vento, o arder do sol. Enfrentar e desfrutar…

Sua rotina é sempre previsível? Do trabalho pra casa, no carro com ar condicionado e gps ou motorista que resolve o caminho? Seja gentil e prestativo com você mesmo na vida e na realização dos seus sonhos. Descubra-se e liberte suas habilidades. Nada contra a rotina, é algo importante e bastante saudável. Mas reserve um tempo para surpreender-se com você mesmo.

A gente trabalha tanto pra ter conforto e proteção e as vezes viramos escravos deles. Já pensou nisso? Eu pensei algumas vezes na Ásia, principalmente depois de decidir fazer uma viagem de ônibus pra Vang Vieng, onde tudo deu errado, mas no final, se resolveu bem, ou eu resolvi bem.

Estou feliz por ter compartilhado essa viagem maravilhosa com todos vocês. Foi uma experiência indescritível e espero que tenham desfrutado de boas inspirações para SER, SENTIR, VIVER E VER! 

Bem difícil se entregar pro horizonte, mas uma vez nele, não tem retorno.

E se posso desejar algo, meu desejo seria amor! Amor a você, amor à família e aos amigos, amor aos esforços que nos ligam aos resultados, amor pra compartilhar com alguém, amor à vida!

 …e amor a gente só encontra onde há verdade! Qualquer que seja a situação: be yourself!

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EUA – New York

Tailândia – Phuket Muslin Village

 

Tailândia – Phuket James Bond Island

Tailândia – Phuket Ko Phi Phi

Malásias – Kuala Lumpur Templos

Malásia – Kuala Lumpur Indianos


Malásia – Kuala Lumpur Muçulmanos

Algumas curiosidades:

– Casais muçulmanos sempre andam com as mãos dadas;

– As mulheres são hiper vaidosas e é comum encontrá-las dentro de lojas com peças e acessórios lindíssimos. Um amigo muçulmano que conheci na viagem me explicou que dentro de casa elas ficam muito bem arrumadas, e apenas colocam a burca se estiverem recebendo visita.

– Esse mesmo amigo também contou que apenas o homem tem o direito de solicitar separação, a mulher não. Mas a mulher tem o direito de vetar as demais esposas escolhidas. E a primeira esposa sempre tem voz mais alta.

– Pelas ruas de Kuala Lumpur, um contraste: chinesas e outras estrangeiras com micro shorts e muitas mulheres de burca. Antes de ir pra lá, sabendo que 50% da população é muçulmana, tive receio de chegar sozinha e liguei na embaixada do Brasil, pra me informar. Me asseguraram que o lugar é tranquilo, e realmente é!

– Meu amigo muçulmano explicou que se o pai dele resolvesse ter mais uma esposa, ele ficaria muito bravo. Ou seja, dentro da mesma religião, e embora com consentimento da fé, alguns muçulmanos não concordam com isso.  Ele deixou claro que jamais terá 2 esposas.

– Almocei uma vez no MC e na mesa ao lado da minha tinha uma família que incluia: 1 marido, 4 (isso mesmo, quatro, four, cuatro!) esposas e 3 crianças.

– Fiquei impressionada com a quantidade de mulheres muçulmanas que hoje trabalham como atendentes de lojas e lanchonetes, principalmente.

– Por último, experimentei a burca (pra poder visitar as mesquistas) e isso daria um post exclusivo. Me percorreram tantas sensações. Tudo bem que minha cultura é brasileiríssima, mas um esconder-se dentro do negro, a anulação, …é vai ficar pra um novo post. Eu não saberia dizer pouco sobre tanto. Desde as dificuldades encaradas pela roupa (como pegar algo dentro de uma mochila que fica dentro da burca, como ví algumas vezes e achei algo bem esquisito aquela bola levantada nas costas), até mesmo como vivem aquelas mulheres que tantas vezes ví me olharem curiosas.

Malásia – Kuala Lumpur Bantu Caves

Malásia – Kuala Lumpur Petronas Twin Tower

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